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novembro/2008 | Artigos

Tricolores e Colorados mostram na Famecos a paixão pelo futebol

Os esportes podem ser considerados grandes difusores das mais diversas culturas existentes no mundo, em especial, o futebol. Por necessitar de poucos recursos e equipamentos (uma bola e uma área plana), ele se propagou com muita facilidade. A modalidade tomou a forma como o conhecemos em 1848, na Inglaterra, e  está presente até mesmo nos países com baixos recursos financeiros.

No Brasil, o primeiro jogo foi em 1895 e desde então tornou-se popular, a ponto de ser considerado mania nacional. O país do futebol, como é conhecido, possui cinco títulos mundiais em Copas do Mundo (1958, 1962, 1970, 1994, 2002), e mais alguns campeonatos internacionais, somando 21 no total. Com os times brasileiros não é diferente, a qualidade do futebol atrai os olhos do mundo para o futebol nacional. Comenta-se que “os ingleses inventaram, mas os brasileiros aperfeiçoaram o futebol.”


O Rio Grande do Sul é dividido em duas partes cromaticamente distintas – AZUL e VERMELHA – nisso identificamos as maiores paixões do gaúcho, que mesmo possuindo outros times expressivos mostra-se voltado principalmente a dupla Gre-Nal. Esta peleia é compreendida pelos números destes clubes – o Brasil abriga 9 vitórias dos mundiais interclubes e duas estão em Porto Alegre (1983 – Grêmio / 2006 – Internacional) além de 3 Libertadores da América (1983 e 1995 – Grêmio / 2006 – Internacional) e duas Recopas Sul-americanas (1995 – Grêmio / 2007 – Internacional), mas, apesar disso, o amor pelo time continua sendo incondicional.


Na Famecos, mesmo com a diversidade de idéias, culturas e estilos, a paixão pelo futebol abala as estrutuara do prédio 7, mais explicitamente nos dias dos jogo da dupla. Os ânimos se exaltam, as aulas parecem não ter fim e  os fones de ouvido se multiplicam saguão adentro.


Não se restringindo apenas aos alunos, é possivel relacionar alguns figurões da faculdade a times de futebol. Imaginar Cleusa Scroferneker gritando: “vamos, vamos Inter” ou Antônio Hohlfeldt em meio a “nação tricolor” é fora da realidade de qualquer aluno que já cruzou por seus caminhos, mesmo assim não se surpreenda se um dia encontrar um dos dois no Beira-Rio ou no Olímpico apoiando seu time do coração.  Assim como eles, outro personagens também levam consigo uma preferência por esses clubes. Por quem Cristiane Finger, Souvenir Dornelles, Celso Schröder, Glafira Furtado, Osvaldo Biz, Neka Machado, Fabian Thier ou Cláudia Moura vestem  a camiseta?


A competição dentro da faculdade é saudável, as corneteadas raramente tornam-se motivo de briga séria.  Enquanto permanecer a política da boa vizinhança entre Tricolores e Colorados, ficará resguardada a alegria de toda segunda e quintas-feiras, com as hilárias e as filsóficas discussões dos fanáticos torcedores e os pagamentos de apostas. Vale tudo: trocar de namoro, de curso, menos de camiseta.

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