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junho/2009 | Profissionais

Rodrigo Palaver, um jovem realizado!

Rodrigo PalaverO jornalista Rodrigo Palaver, de 22 anos, formado pela PUCRS em  2008/2, conta como foi sua trajetória na faculdade, os jornais que já trabalhou e as dificuldades encontradas durante o curso, como a vontade de desistir quando ainda estava no 3º semestre. Atualmente trabalha como reporter no jornal Zero Hora.

Porque você escolheu o Jornal?

Escolhi o jornalismo primeiro por gostar de escrever. O segundo motivo é social: sem o jornalismo o tanto de informações pendentes no mundo ficariam obscuras pelo desconhecimento. O papel do jornalista é de levar conhecimento simples a quem não tem acesso ou de esclarecer dúvidas de quem têm acesso. O jornalista então é o intermédio entre leitor-jornalista-informação.

Qual área que você escolheu para atuar?

O jornalismo possui hoje em dia diversas ramificações como internet, assessoria, etc. Eu preferi ficar com a arcaica: o impresso. Pra mim o que esta escrito é imutável e eterno.

Qual experiência profissional você já possui na tua área?

Trabalhei em jornais como auxiliar de redação, copy desk, assistente de conteúdo, colaborador, repórter. Desde o início da faculdade o jornalista deve atuar na área, pois se não o fizer, estará muito atrasado quando terminar o curso. É preciso mais experiência do que a mínima passada na faculdade. A faculdade é apenas uma amostra, uma geradora de portas. Cabe ao aluno abri-las.

Onde você está trabalhando atualmente, está atuando na sua área?

Atualmente trabalho no jornal Zero Hora. Entrei aqui em uma seleção para duas vagas de contrato efetivo, com mais de 450 alunos de comunicação (estava no sétimo semestre). A vaga era para auxiliar de redação (como se fosse um secretário de luxo). Hoje eu colaboro aos domingos na editoria de Esportes e faço parte da Agência de Notícias RBS. O próximo passo é a reportagem.

Os acadêmicos no decorrer do curso, geralmente se desmotivam, o que você recomenda para esses alunos?

A desmotivação é comum e necessária. É ela que vai te dizer se tu deve ou não continuar no curso. É ela que vai te dizer se tu tem o tato para a profissão. Comigo ocorreu pelo 3º semestre: um desânimo muito grande se abateu sobre mim. Porém, a partir do 4º semestre vi que tinha talento e amava o que fazia (já trabalhava em jornal). Nós devemos, acima de tudo, gostar muito do que fazemos.

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