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dezembro/2011 | Notícias

Rock ou Pop in Rio?

(Foto: Eduardo Elias Barbosa)

A ironia que se iniciou com o Rock in Rio, apesar de já ter virado clichê, é a crítica em razão das poucas atrações de rock’n’roll autêntico durante o festival. O que as pessoas esquecem é que sempre teve a proposta de ser um evento de música pop, acima de tudo. Já era assim em 1985, ano do primeiro e até hoje não superado pelos demais. Naquele ano, Ney Matogrosso e Ivan Lins (grandes nomes da MPB) subiram ao mesmo palco de roqueiros como Queen e AC/DC.

O “rock” deveria ser interpretado não como gênero, mas como verbo (de “agitar”, numa tradução livre). Portanto, essa cobrança de o festival ser “mais rock” não faz sentido e ficou velha.

Priscila Rosa, vocalista da Banda Pondera, de Porto Alegre, concorda que a ironia “Pop in Rio” caiu como uma luva, pois hoje em dia o evento, que era para ter rock e subgêneros do rock, apresentou axé, pop e diversos outros estilos. Para a vocalista, as bandas pops poderiam ser substituídas por bandas de rock gaúcho e ressaltou que Aerosmith, AC/DC, Halloween, Twisted Sister poderiam estar no lugar daquelas que não têm nada a ver com o rock. Os roqueiros do Gun’s Roses foram os que a levaram ao festival, superando suas expectativas. “Eles sempre foram a maior fonte de inspiração da Banda Pondera”, contou Priscila Rosa.

Piadas à parte, o público esgotou rapidamente os 600 mil ingressos para o festival deste ano, fazendo a organização agendar mais um dia aos seis antes previstos e colocar à venda mais 100 mil entradas, fazendo amantes da música, seja ela qual for, ir ao delírio, agradando todos os públicos.

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