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dezembro/2012 | Artigos

Relações Públicas valoriza a ética no cenário profissional

Ser relações-públicas é, de fato, ser artista. O que é senão um artista aquele que busca insistentemente um relacionamento transparente com todos os públicos de uma organização, aliando discurso e prática? E nesse jogo de malabares, formamos um time de profissionais que acredita ser possível, sim, manter-se íntegro e manter a ética na profissão.

Há quem diga que no mercado de trabalho as coisas são diferentes, que vez ou outra será necessário deixar de lado alguns princípios para alcançar os objetivos da organização para a qual se trabalha. No entanto, insistimos que há, sim, pessoas que mensuram seu sucesso profissional não apenas pelos números de uma conta bancária, mas pela qualidade de vida que lhes é proporcionada. E esse nosso time ganha cada vez mais seguidores.

Não somos ingênuos a ponto de esquecer que empresas vivem de lucro e que só assim continuarão no mercado. Mostramos, porém, que o papel de um relações-públicas como estrategista em uma organização – justamente o que tanto lutamos para obter – está em mostrar que ser ético e socialmente responsável pode sim gerar recursos para a organização.

A forma de consumo está sendo modificada. Esse novo perfil de público busca organizações engajadas com sua comunidade. Mais do que produtos e serviços, as pessoas procuram por conceitos e estilos de vida. Nessa perspectiva, organizações que demonstram falhas de caráter em sua cultura são cada vez mais deixadas de lado. Não podemos esquecer que uma organização deve objetivar também suprir necessidades da sociedade em que se insere. O lucro só virá se a organização for útil para algum público.

Para defender a nossa posição, citamos o exemplo de uma famosa agência de propaganda de Porto Alegre, que há muito era considerada uma das maiores do estado e do país, tendo conquistado diversos prêmios internacionais. A reputação da agência ficou terrivelmente ferida após envolvimento em um escândalo de corrupção e mau uso de dinheiro público. Fosse em anos anteriores, muito provavelmente a empresa sofreria por alguns meses enquanto seu nome estivesse na mídia. Não foi o que ocorreu desta vez. Um dos principais motivos é que outras empresas não querem ter seu nome ligado a uma organização que teve o nome envolvido em um grande escândalo, mesmo que seja para fazer anúncios publicitários. O que vemos hoje em dia são gestores considerando a reputação de uma empresa antes de contratar qualquer serviço ou firmar qualquer tipo de contrato.

Haverá também quem fale daqueles “trabalhadores de chão de fábrica” e argumente que eles não têm a opção de escolha entre ser correto ou não, pois, acima de seus valores está o sustento de sua família. Pois bem, o profissional de Relações Públicas também atuará nesse aspecto. É nosso dever tornar esses colaboradores parte da empresa e dar-lhes a oportunidade de seguir valores corretos. Mais do que isso, é nosso dever fazer da ética uma cultura na organização, independentemente de níveis hierárquicos. Fazer uso da comunicação para humanizar uma empresa é matéria primária da atividade de Relações Públicas.

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