julho/2015 | Notícias

Perdi meu pet, e agora?

Redes sociais na busca de animais perdidos

Ping Fu, cachorrinha que havia sido roubada.
Foto: Arquivo pessoal.

Perder um animal de estimação está entre as piores dores do ser humano, para muitas pessoas os animais são como membros da família. As redes sociais, além de serem fortes meios de comunicação do momento, ajudam a encontrar estes “familiares” perdidos. Os internautas têm optado por divulgar em páginas como o Facebook a história do seu bichinho de estimação quando ele desaparece.

Esse drama aconteceu com o morador de Porto Alegre, João Oliveira e sua família, enquanto passeava com a cadela Ping Fu. O proprietário foi vítima de um assalto, no bairro Petrópolis, porém não carregava nenhum objeto de valor consigo e o alvo do roubo foi o animalzinho.

A ideia de criar uma página para divulgar o roubo e tentar recuperar o animal, partiu da filha do Sr. Oliveira, Mariana Bischoff, elaborou a página e também buscou outros meios de comunicação, como jornais e rádios. A repercussão do caso foi tão grande que emissoras de TV procuraram a família, o que facilitou na repercussão da campanha realizada pelo Facebook.

Por ser um meio de comunicação muito forte, o Facebook proporciona grande visualização de conteúdo e facilidade de interação. Os usuários são sensibilizados com as histórias e apoiam nas divulgações em suas Timelines, assim auxiliam na busca pelo animal perdido. De acordo com Mariana, esse apoio foi essencial para manter a esperança de achar Ping: “o público em geral nos deu um estímulo gigantesco nessa busca, jamais iremos esquecer o que fizeram por nós”, relata. Mesmo após ser encontrada, as donas da cadelinha resolveram manter a página ativa, agora ajudam na busca de outros animais perdidos e com histórias semelhantes com a delas.

Mariana Bischoff e sua cachorrinha, Ping Fu.
Foto: Arquivo pessoal.

O Facebook é utilizado para vários tipos de interações, mas às vezes uma causa maior pode surgir. Enfrenta-se um pouco de descaso de autoridades em relação a roubos e perda de animais. Logo, esse meio de comunicação pode promover o final feliz.

A interação com o público

“Muita gente sofreu de verdade com a gente, principalmente aqueles que tratavam seus animais igual a gente trata a Ping, como um integrante da família. Sofriam a ponto de nos ligar extremamente emocionados, chorando, desejando coisas boas, ou só para dizer que acendeu uma vela e esta rezando por nós e pela Ping”, relatou Mariana Bischoff.

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