Foto ilustrativa ao quanto as pessoas estão apressadas com o cotidiano e tentando vencer o temido relógio.

Aprender a lidar com as emoções nem sempre é simples, mas pode ser aprendido ao longo da vida. Trata-se de uma habilidade de compreender, controlar e modificar sentimentos ou emoções próprias, mas também nos permite compreender melhor como se sente a outra pessoa. O Controle Emocional é também a habilidade adaptar-se conforme a situação e expressar-se de maneira saudável para si e para o grupo no qual está inserido.

Cada um tem um jeito de agir e alguns são mais sensíveis que os outros. Muitos ainda são aqueles que precisam de algum amparo, material ou emocional. A professora da Escola de Comunicação, Artes e Design – Famecos, Susana Gib Azevedo, acredita que “a forma de lidar é de cada um, uns tensos e agressivos, outros apáticos ou melancólicos. Há muitas pessoas tentando se adaptar ao ritmo frenético e deixando famílias e lazeres em segundo plano”.

As pessoas percebem que estão perdendo o foco pela ansiedade e pelo acúmulo de atividades “quando perdem coisas importantes, como prazos, esquecem compromissos, confundem datas e não se reconhecem mais”, afirma Susana. A professora lembra que é importante procurar ajuda para conseguir voltar à rotina. Amigos fiéis, apoio familiar e acompanhamentos psicológicos são os mais indicados.

As transformações causadas pelas situações cotidianas exigem cada vez mais estudos, de acordo com a professora Rosane Palacci, também da Escola de Comunicação, Artes e Design – Famecos. Em alguns cenários, as pessoas querem tanto o resultado que autossabotam e acabam não fazendo nada. “Isso normalmente cria uma bola de neve e faz com que se sintam perdidas na vida”, esclarece Rosane. Uma dica para contornar essas situações é buscar atividades de lazer, como hobbies e a prática de esportes, que podem tirar a pessoa dessa rotina. 

Para a professora efetivamente cada um de nós produz de um jeito diferente, em tempos diferentes. “Somos mais criativos em situações e ambientes diferentes, pois cada um tem seu tempo e seu jeito de agir, de trabalhar e de conviver com as pessoas”, finaliza Rosane.