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junho/2015 | Notícias

Flor Faz Bem à vida

É da empresária Jaqueline Sant’Anna Pegoraro a iniciativa de trazer a ação do bem “Flor Faz Bem” para Porto Alegre. Tudo começou no Rio de Janeiro, por meio de outra empresária, chamada Heliene Andrade, que fez da ideia, realidade. A ação consiste em recolher recipientes que iriam para o lixo e flores que já serviram de decoração para eventos que, posteriormente, seriam descartadas. A partir daí, voluntários são acionados através das redes sociais e colaboradores confeccionam arranjos florais, feitos a partir de materiais recicláveis — garrafas, refrigerantes — também provenientes dos eventos.

A ideia do projeto é servir de modelo sustentável desde o recolhimento das flores, até a entrega. Funciona da seguinte maneira: primeiro, uma parte da equipe arrecada os recipientes. Depois, acontece o recolhimento das flores e, por fim, reúne-se o time de voluntários para distribuir os arranjos, e muito carinho, em instituições necessitadas. A ação conta com apoio de portais de conteúdo, blogs, sites, jornais e empresas em geral. Tudo, em prol da solidariedade e amor ao próximo. Confira, na íntegra, a entrevista feita com a embaixadora do projeto em Porto Alegre, Jaqueline:

O projeto batizado de “Flor Faz Bem” começou no Rio de Janeiro com empresária Heliene Andrade e consiste em recolher recipientes e flores que iriam para o lixo. Dentro destes objetivos, quais seriam os pontos relevantes que você destacaria?

Costumo chamar de uma ação do bem e não um projeto ou uma ONG. A ação ocorre através de trabalho voluntário e teve seu início no Rio de Janeiro, no Retiro de Artistas, com flores provenientes de uma festa de aniversário, que rendeu mais de 100 arranjos. Prezamos muito a questão da sustentabilidade, além das flores, reutilizamos latas, garrafas e tudo aquilo que se tornaria inutilizável. Usamos tudo para fazer os arranjos!

Quando você trouxe o projeto para Porto Alegre, imaginava que teria tamanha repercussão?

Na verdade, trouxe a ação porque conheço um grande número de cerimonialistas e sabia que todas achavam um desperdício que flores de casamentos e festas de aniversários ficassem inutilizadas após as festas. Não imaginei que a ação teria tamanha repercussão. Porém, ainda temos um problema, que é a falta de voluntários. Muitas vezes fazemos o “Flor faz Bem” sem um número grande de pessoas. O que sentimos falta é de um grupo de voluntários sempre disponíveis, ativo para todas as nossas edições. A maioria das pessoas prefere doar as flores a ajudar na hora da confecção e entrega dos arranjos.

O Flor faz Bem é um projeto ou uma ação? Qual a diferença?

Ação do bem. Consegui juntar pessoas com o mesmo objetivo. Simplesmente, fazer o bem ao próximo. Dentro do Flor faz Bem, quem já fez mais de uma vez, decide se prefere ficar responsável pela montagem dos arranjos ou entregar as flores. Eu, particularmente, prefiro entregar as flores, ter esse contato direto com quem vai receber. A flor é um detalhe! Quando a pessoa recebe o mimo, ela também quer conversar, te contar alguma coisa, e é isso o que eu mais gosto.

Você gostaria que o projeto tomasse dimensões maiores?

Temos planos de fazer uma ONG, pois muitas pessoas gostariam de fazer doações e acabam não fazendo por ainda não sermos um Instituto. Porém, sempre as fazem de outras maneiras. No final do ano muitas pessoas deixaram na minha casa pacotes de papel higiênico e fralda, aquilo que o asilo mais precisava. Mas temos sim, essa ideia de expandir o projeto e fazer algo bem mais sério. Esperamos que, em tempos próximos, consigamos aumentar o nosso banco de funcionários e abranger um número bem maior de pessoas. Flores e carinho, nunca são demais!

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