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junho/2021 | Entrevistas

Em meio à pandemia, nasce um empreendimento

Paula Longhi, jovem de 18 anos, ao se encontrar 'trancada' em casa devido à pandemia, tirou seus sonhos do papel e virou empreendedora de uma loja de doces saudáveis

Paula Longhi, dona da marca Healthy Doces e do instagram de vida saudável Healthy Paula (foto: arquivo pessoal)

Em março de 2020, a pandemia da Covid-19 atingiu o Brasil, como sabemos. A partir deste ponto, grande parte das atividades presenciais foi suspensa, tudo se transformou em home office e sair de casa era indicado somente para atividades essenciais. Com isso, muitos começaram novos hobbies, como tocar violão ou praticar alguma atividade física; outros decidiram aprender idiomas e aprimorar suas áreas de conhecimento, fazendo cursos de extensão, por exemplo. E alguns optaram por iniciar um empreendimento, como é o caso da Paula Longhi, dona da mais nova marca Healthy Doces.

Conversamos com a Paula, estudante de nutrição na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), para entender como nasceu o seu empreendimento, visto que, em meio a uma pandemia, o desafio de criar uma marca é ainda maior. “Desde 2017 tenho um Instagram saudável, onde compartilho receitas, comidas e minha rotina. Eu sempre recebia mensagens de seguidores elogiando os doces saudáveis que eu fazia e compartilhava, pedindo para provar e perguntando se eu vendia”, conta. Assim, essas mensagens foram plantando a semente do que viria a se tornar a Healthy Doces. Paula relata que, com a pandemia, veio o tempo livre, que era muito bem gasto na cozinha, e a ideia de um potencial empreendimento.

Paula Longhi, dona da empresa Healthy Doces (foto: arquivo pessoal)

Com apenas 18 anos, Paula relata que tinha tempo e gostava de fazer comida: “Com a pandemia eu tive a oportunidade de fazer o que gostava e de dar a chance de as pessoas provarem as comidas que eu publicava. Tenho cursos e as minhas receitas próprias, juntei algumas e montei meu cardápio”, lembra. A partir daí foi preciso ir atrás das embalagens, de alguém para montar a identidade visual da marca e de fornecedores: “porque algo assim não dá para comprar no mercado toda hora, precisa ser com um fornecedor”, afirma.

O projeto saiu do papel bem rápido, a empreendedora diz que mergulhou de cabeça, sempre apoiada pelos seus familiares, namorado e amizades. De acordo com Paula, agora, olhando para trás, contando a história da sua marca, ela só consegue sentir orgulho. A jovem ainda deixa uma dica para aqueles que sonham em empreender: “Não pensa muito e vai, se pensarmos muito acabamos desistindo e não realizando nossos sonhos e vontades.”

 

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