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junho/2013 | Notícias

Candy Crush: o vício

Os doces que têm pirado a cabeça de muitos jovens e inovado os jogos de aplicativos.

Aplicativo na fase inicial.

Para quem não conhece o vício mais recente dos adeptos aos games, Candy Crush Saga é um jogo para Facebook, Android e IOS que tem como escopo a combinação de guloseimas semelhantes, e tem quebrado a cabeça de muita gente por ai. Quanto mais você retira os doces do tabuleiro através das combinações e movimentos, os níveis vão aumentando e o desafio fica cada vez mais difícil, onde apenas uma bombinha de açúcar pode acabar com todo o seu esforço.

O game atrai cada vez mais jogadores. Foto: Fernanda Dalke.

Se pararmos para observar quem tem um smartphone ou tablet, grande parte já aderiu a moda do novo jogo começando a constante luta pela “quebra dos doces”. Os iniciantes começam jogando o game quando sobra um tempinho, porque estão sem nada para fazer, no intervalo entre uma aula e outra ou em horário de almoço, mas o jogo é tão viciante que de repente todo o tempo torna-se um “tempinho” para tentar aumentar o número de níveis.

Conversamos com alguns jovens universitários, sobre a certa dependência que se pode notar em quem joga frequentemente, e podemos observar que até os que estão em níveis menos elevados sentem uma certa angústia quando alguma fase do jogo tranca e eles não conseguem progredir. Um dos entrevistados não usou a palavra viciado, pois achava um termo muito forte, mas confessou que joga o game pelo menos uma vez ao dia em diferentes momentos, sendo eles no celular, tablet ou computador.

 “Apesar de viciante, é um jogo no qual você fica bem atento, formulando estratégias para poder passar de nível”

O jogo é instigante pelo fato de ter características particulares, diferentes dos games comuns, pois este impõe missões e exige dos participantes estratégias para cumpri-las de forma que atinjam o objetivo. “Apesar de viciante é um jogo no qual você fica bem atento, formulando estratégias para poder passar de nível”, diz Filipe, estudante adepto ao jogo desde dezembro de 2012. Ele conta que começou a jogar para ajudar uma amiga que queria passar para o “mundo” seguinte. E não parou mais.

Guitarrista da banda Fresno conta aos fãs a façanha de ter terminado o Candy Crush.

O “vício” tem facilidade de se espalhar pela integração que o jogo tem nas redes sociais, onde os jogadores podem interagir disputando e acompanhando os pontos de seus amigos através de rankings. O que mais impressiona é a quantidade de fases que o jogo possui, é como se fosse interminável, há mais de 150 etapas e mais fases serão disponibilizadas ao longo do tempo pelo prestígio que o jogo alcançou.

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